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Blog sobre o caos no Rio novembro 28, 2010

Posted by Daniel Aleixo in Novidades.
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Se você estão acompanhando tudo oque vem acontecendo ao Rio de Janeiro, esse blog é pra você! Não é um blog jornalístico. Seu conteúdo é bem mais voltado à literatura e a proposta é justamente abordar a situação de uma outra forma. Vejam se vale a pena acompanhar em www.imperiodocaos.wordpress.com

Aproveite!

Anúncio de parafina maio 10, 2010

Posted by Daniel Aleixo in Novidades.
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Não, este não é um anúncio para vender parafina. É um anúncio de revista impresso em parafina. A ideia foi criada pela Loducca.MPM para anunciar a edição limitada para surfistas do Peugeot 207, o Peugeot 207 Quicksilver (marca de vestuário muito usada por este público).

O anúncio é realmente impresso em parafina pura, podendo ser destacado e usado diretamente nas pranchas. Aliás, a intenção é justamente essa: fazer o público-alvo ter um outro nível de interação com a mensagem publicitária. E essa ação mostra que não é apenas na Internet ou em mídias alternativas que uma interação assim é possível.

O anúncio está encartado na edição de abril da revista Fluir, a maior publicação especializada em surfe do país. Mais uma prova da adequação da mensagem, não só ao público, mas também ao meio.

Aqui vai o making off da ação:

Viral da Nike outubro 24, 2009

Posted by Daniel Aleixo in Novidades.
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Este é o típico viral. Uma filmagem aparentemente amadora, sem pretenções, mas que revela algo incrível realizado por uma pessoa comum.

No entanto, se você reparar bem, vai ver que o cara usa apenas chuteiras e bolas da Nike. O modo como aparece a marca é quase subliminar, mas o vídeo é tão bacana que você provavelmente vai assisti-lo várias vezes e acabará notando a logo da empresa.

Outra questão interessante é a realidade do vídeo. Será que o cara fez tudo aquilo mesmo ou é computação gráfica? Está aí um ponto que vai gerar buzz entre os internautas. Então, esse vídeo é real ou é montagem?

Histórias reais de fantasmas e assombrações outubro 1, 2009

Posted by Daniel Aleixo in Bizarrices.
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Incrível! Cenas muito fortes. Se você tem estômago fraco não assista! Do contrário, assista aos vídeos e veja os primeiros registros reais de fantasmas e assombrações (é preciso saber inglês para aproveitar os vídeos ao máximo).

Como camuflar uma pesquisa de ação setembro 11, 2009

Posted by Daniel Aleixo in Sem categoria.
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Em Publicidade, a única certeza é que o consumidor tem sempre razão. Afinal, é para ele que fazemos as campanhas, é ele que tem que ser estimulado a se “levantar de sua cadeira” e executar a ação esperada.

Por isso investimos tanto em pesquisa, para justamente termos idéia dos melhores caminhos para impactar o público desejado. A pesquisa não oferece soluções, mas revela quais direções são as mais adequadas. Aliás, taí uma palavra chave em publicidade e propaganda: adequação.

Voltando. As pesquisas são uma importante ferramenta para fundamentar o planejamento e, conseqüentemente, a criação. Sim, ao contrário do que muitos criativos (ainda) pensam, a pesquisa ajuda a criar campanhas com conceitos mais sólidos, que estejam realmente adequadas ao seu público.

Tanta utilidade, porém, causa um efeito reverso: a síndrome da pesquisa. As pessoas querem fazer pesquisa para tudo. Por exemplo, o redator aparece com uma lista de 30 títulos para uma campanha (o que é perfeitamente normal durante o processo criativo) e, ao invés de uma reunião de criação para definir qual se encaixa melhor ao conceito, tascam logo uma pesquisa. A campanha está ainda na concepção e já começaram a fazer pré-testes (tipo de pesquisa feita, obviamente, antes do lançamento de uma campanha, mas com ela praticamente pronta, para ter uma noção de como o público alvo vai reagir).

A “neura” da pesquisa chegou a tal ponto que as empresas estão ávidas por obter a maior quantidade possível de informação sobre seus clientes. Talvez seja um reflexo de tempos incertos, onde as coisas andam mudando tão rápido… O fato é que nunca se fez tanto cadastro quanto hoje. Você entra num site de notícias para ler reportagens e descobre que tem que se cadastrar para isso. Você fica sabendo de um evento bacana, vai ao site e descobre que, para ir ao tal evento, precisa se cadastrar.

Hoje em dia você passa mais tempo se cadastrando em sites do que desfrutando de seu conteúdo. É claro que, muitas vezes, o cadastro é rápido e você nem o percebe (esse é o cadastro perfeito), mas há os que abusam da boa vontade alheia. As empresas estão substituindo os questionários físicos por cadastros online, pelo menos para as informações mais básicas do target.

Falei tudo isso porque hoje me deparei com a seguinte manchete: “Cadastramento de ingressos para Mega Rampa começa nesta quinta“. Isso me chamou bastante a atenção (a ponto de eu estar escrevendo este post). Li a matéria e entrei no site pra entender o que se passava. E me deparei com isto:

Primeira parte do cadastro

Segunda parte do cadastro

Repare nos campos a serem preenchidos. Há informações básicas (nome, telefone, nível de escolaridade, ocupação), mas também dados mais refinados (seu skatista favorito, rede social que mais usa, atividades que realizou com mais freqüência nos últimos meses, estilo musical favorito). É um claro esforço de marketing para mapear o público do evento, seus hábitos e preferências, porque este é um público potencial para a Oi, que organiza o Mega Rampa.

A Oi se posicionou como uma empresa jovem, inovadora e antenada. Nada mais natural para a empresa que se invista em ações que a aproximem desse público em particular. O Mega Rampa 2009 representa tudo isso.

É interessante notar o investimento em assessoria de imprensa. A matéria do UOL é, na verdade, um grande release, que promove o evento e instrui a respeito do processo de aquisição dos ingressos (inclusive explicando o que irá acontecer após cada passo no proceso de cadastramento).

Enfim, toda a ação Mega Rampa pode ser considerada, nada mais, nada menos, que uma grande pesquisa de mercado. Eu diria mais: a competição é secundária. O que é principal é a Oi conhecer mais a fundo o seu público, estabelecer estratégias adequadas de promoção nas mídias sociais (muito usadas pelo público jovem) e promover um bela experiência de marca.

Fonte:

http://esporte.uol.com.br/radicais/ultimas/2009/09/10/ult4363u189.jhtm

Buzz e Mídia Espontânea setembro 8, 2009

Posted by Daniel Aleixo in Novidades.
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Muito se fala em buzz e mídia espontânea. Para quem não sabe, estes dois termos (muito usados por publicitários e profissionais de marketing) refletem exatamente o momento em que vivemos, onde as pessoas deixam de ser meras espectadoras e consumidoras de informação para se tornarem também produtoras de conteúdo.

Os blogs, YouTube, Flickr, entre outros, são ferramentas acessíveis a qualquer um que tenha internet. Com eles você pode divulgar sua produção de graça! Claro que, se você grava um vídeo, vai precisar de uma câmera. E câmeras custam dinheiro. Mas o ato de publicar (aqui no sentido de tornar público), que antes era impensado, porque caro, agora se torna, digamos, mais democrático.

Além da divulgação de trabalhos, a internet possibilitou novas formas de relacionamento interpessoal: as redes sociais.

As redes sociais são na verdade grandes sites de relacionamento, onde pessoas se cadastram e criam suas páginas pessoais. Estas páginas (ou perfis) vão conter toda a informação que o usuário deseja compartilhar com o resto do mundo, além de viabilizar a formação de um grupo de contatos (amigos, seguidores, etc). Assim, você pode se corresponder com inúmeros usuários daquele site, trocando informações, mensagens, arquivos, links, etc.

A grande questão é que se descobriu que algumas notícias (principalmente boatos) se alastram de maneira surpreendente nas redes sociais, gerando grande repercursão. A este “burburinho” causado por algum fato ou notícia se deu o nome de “buzz”.

O buzz começou a ser considerado por muitos como uma boa medida do sucesso de uma campanha ou ação publicitária. Quanto maior o buzz gerado, maior o sucesso da estratégia de comunicação. Não que isto seja algo novo. Sempre se pesquisou a opinião do público com relação à uma campanha. Mas a pesquisa de opinião é, por natureza, um processo lento, pois deve ser cuidadosamente executado e aferido. Na internet, por outro lado, é possível ter uma resposta quase imediata das reações do público (lembre-se de que o público que acessa a internet regularmente é ainda muito pequeno e restrito às classes mais altas; assim, a opinião coletada neste meio reflete a opinião de uma pequena parcela da população).

Com a internet também foi possível estimular o buzz. Como? Criando ações específicas para essa finalidade. Surgiram assim os virais.

Um viral pode ser um vídeo, uma apresentação de slides que enviam por e-mail, uma foto, uma história. O que vai caracterizar o viral não é a forma em si, mas a capacidade deste material estimular as pessoas a repassarem a mensagem para seus amigos. Funciona assim: você é exposto ao viral, acha bacana por qualquer motivo e sente uma vontade louca de mostrar pra todo mundo. Pronto, gerou buzz. Uma coisa muito importante sobre os virais é que, não importa o que seja, ele estará SEMPRE divulgando um produto, serviço ou marca.

A outra expressão de que trata este post é “mídia espontânea”. A rigor, mídia espontânea seria a possibilidade de conseguir espaço de mídia para o anunciante, sem pagar por isso.

As agências compram espaço nos veículos de informação (canais de TV, emissoras de rádio, sites, jornais, revistas) para veicular seus anúncios. Este espaço é caro, sendo mais caro quanto maior for a audiência ou o alcance daquele meio (espaço publicitário em TV é mais caro que em rádio; espaço publicitário na Globo é mais caro que na Rede TV).

Portanto, mídia espontânea seria um jeito de driblar essas transações e fazer sua marca aparecer na mídia de graça. O grande problema é que, no mundo dos negócios, nada é de graça. Então, ou se investe em assessoria (que custa dinheiro e acabaria com o princípio da espontaneidade) para divulgar uma certa ação, ou se criam ações e situações realmente inusitadas, que mobilizem as pessoas e despertem o interesse dos grandes meios de comunicação em noticiá-los.

Uma boa forma de gerar mídia espontânea é criando boatos. As pessoas adoram uma fofoca, principalmente se algum famoso (que pode ser ou vir a se tornar garoto propaganda) estiver envolvido. Esse tipo de notícia se alastra (veja o caso do sumiço de Belchior) e chama a atenção da mídia. No final das contas, é tudo um  esforço para divulgar uma marca.

Enfim, mídia espontânea de verdade só acontece se houver muito buzz. Mas não se engane: não é qualquer ação que vai sair num grande veículo de comunicação. A maior parte das mídias espontâneas são geradas em blogs, sites de notícias (especializados ou não), Twitter, etc. É na internet que a mídia espontânea floresce e onde se colhe os melhores frutos (frase beeeeem criativa, né?). Portanto, fiquem atentos às novidades na web. Ainda há muito a ser feito e, com certeza, muito a ser explorado.

Comerciais interativos setembro 5, 2009

Posted by Daniel Aleixo in Sem categoria.
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Enquanto a TV Digital ainda se acerta aqui no Brasil, já começou o movimento de filmes publicitários que têm por princípio a interatividade com o público.

Há algum tempo eu postei um artigo sobre vídeos interativos no YouTube. Neste artigo eu dei exemplos de jogos onde você assiste a um vídeo e interage com ele, clicando nos links que aparecem na tela. Então, você é remetido a um outro vídeo, que revelará o novo rumo da história escolhido por você.

No referido artigo eu também previ a utilização dessa nova ferramenta para a criação de campanhas publicitárias na internet. E foi feito! A primeira ação neste sentido, feita aqui no Brasil, foi esta campanha da Centauro, criada pela agência Salles Chemistri e datada do dia 6 de junho de 2008. O conceito explorado é “A variedade é nossa paixão”. Assista ao vídeo:

Este é apenas um primeiro passo. Com certeza novas ações serão realizadas, provavelmente explorando mais a questão do brand experience, envolvendo o público em uma narrativa instigante e levando-o a consumir produtos da marca.

Ronaldinho Gaúcho e sua “melhor” fase no Milan agosto 30, 2009

Posted by Daniel Aleixo in Protestos.
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E aí? Vai ficar só esperando ou vai fazer algo pra mudar de verdade?

Este post será rápido. Ou, se preferirem, curto e grosso.

Ronaldinho Gaúcho tem talento com a bola nos pés. Inegável. Mas ele adquiriu uma soberba sem tamanho, se deixando levar por prêmios de melhor jogador e contratos milionários. Ele se tornou o Sr. Marrento. Isto também é inegável.

Mas as coisas não andam boas para o lado do jogador. Em março deste ano, Carlo Ancelotti, o então técnico do Milan, fez críticas a Ronaldinho, cobrando dele um esforço maior caso quisesse ser titular (algo que não acontecia há mais de um mês, na época). Nas palavras do treinador: “Jogadores como Ronaldinho baseiam todo seu futebol no talento. Treinei muitos jogadores e a maioria acha que faz a diferença só com o talento, mas isso é errado. No futebol moderno, se você não tem uma boa condição física e não trabalha nos treinos, é mais difícil brilhar nos jogos”.

Ancelotti saiu do comando da equipe milanesa e o cenário pareceu mudar. No dia 27 de agosto de 2009, saiu uma matéria no portal de notícias UOL em que o Gaúcho declarava estar vivendo sua melhor fase no Milan, time onde joga desde 2008.

Pois bem, ontem, dia 29 de agosto de 2009, o Milan perdeu o clássico contra a rival Inter de Milão por 4 a 0. Isso mesmo, o Milan tomou de quatro 4. Uma derrota, não seria exagero dizer, humilhante.

Apenas 2 dias depois de uma declaração animada à imprensa, Ronaldinho, titular, é substituído por não ter feito rigorosamente nada para tentar virar a partida. E saiu de campo debaixo de muitas vaias dos torcedores de seu time. Uma bela fase, não?

A questão aqui não é crucificar o cara, desprezar seu passado vitorioso. Minha intenção aqui é mostrar que todos passam por fases boas e ruins. É normal, a vida é assim. O ponto aqui é como você encara seus sucessos e derrotas.

Com humildade você é capaz de manter os pés no chão quando atinge os resultados almejados. Assim, você conquista a admirição das pessoas ao seu redor e este apoio será muito impotante durante uma fase ruim. Claro que nem todos estarão lá por você, mas pode ter certeza que alguém estenderá a mão. O princípio é simples: com os pés no chão não se pisa nos outros.

Ronaldinho Gaúcho perdeu esse componente. A soberba faz com que a pessoa não consiga se auto-avaliar da maneira correta e, em conqüência, não muda o que deveria ser mudado, até porque “é o mundo que tem que mudar e não eu”. Você já deve ter ouvido isso da boca de várias pessoas, né? Gente repassando a terceiros a culpa de seus próprios fracassos. É o que mais tem por aí. E essas pessoas, invariavelmente, acabam sozinhas. Afinal, quem ajudaria aquele que estava no topo e se “achava” (e até humilhava os outros) a se reerguer?

Eu nunca vi ninguém arrogante ir muito longe. Então, Ronaldinho, para o seu próprio bem, e para o do nosso futebol, seria bom que o senhor reavaliasse sua postura diante da vida.

Fontes:

http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas/2009/03/03/ult59u189742.jhtm

http://esporte.uol.com.br/ultimas/efe/2009/08/27/ult1777u111451.jhtm

http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2009/08/29/ult59u201093.jhtm

Chocolate mata e cigarro engorda julho 26, 2009

Posted by Daniel Aleixo in Bizarrices.
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Se você, como eu, achava que os únicos malefícios do cigarro estavam em desenvolver uns nove tipos diferentes de câncer e deixar certas partes do corpo masculino inoperantes, lamento informar que está redondamente enganado. Claro, tudo isso realmente acontece com os fumantes, mais cedo ou mais tarde. A questão é que os problemas não param por aí.

Um rapaz dos Estados Unidos foi comprar um maço de cigarros ao se dar conta de que os seus tinham acabado inadvertidamente. Como sempre costuma fazer em situações assim, ele foi até a loja de conveniência de um posto de gasolina perto de sua casa, em New Hampshire.

Feita a transação, o cara voltou para sua residência, talvez um pouco preocupado com o seu saldo no banco. Ele fez a compra em cartão e, pelas suas contas, já devia estar com um saldo negativo de algumas centenas de dólares. Ao acessar o site do banco para conferir sua situação financeira, ele teve uma gigantesca surpresa: seu saldo negativo era de US$ 23.148.855.308.184.500 (cerca de 45 quatrilhões de reais).

Sim, não eram centenas, milhares ou milhões. Eram QUATRILHÕES! Sem saber o que fazer (e quem pode culpá-lo?), o ridiculamente endividado rapaz correu para o posto de gasolina para ouvir que eles nada poderiam fazer pelo seu problema. Desiludido e atordoado, resolveu ligar para o banco.

Depois de duas horas no telefone (viu como não são apenas os SAC’s brasileiros que ficam enrolando as pessoas?), tentando resolver o mal entendido, o Bank of America corrigiu o erro, inclusive deixando de cobrar a taxa de US$ 15 para uso de quantia acima do saldo da conta. Legais eles, não?

Só para constar, o valor da dívida temporária do cidadão é 2347 vezes maior do que a dívida do governo dos EStados Unidos, que estava em torno de US$ 9,860 trilhões em 2007. Se nem Obama consegue pagar isso, imagine um pobre mortal, como eu e você?

Portanto, leitor, além de câncer e impotência, o cigarro também pode engordar. Engordar sua dívida com o banco. Para quem fuma, fica o alerta.

Agora, se você não fuma (ou fuma, tanto faz) e tem o sonho de mergulhar em uma piscina de chocolate derretido, essa notícia que chegou ao meu conhecimento é para você.

Um trabalhador, também americano e de apenas 29 anos, morreu. Até aí nada excepcional, certo? E se eu falar que o cara morreu depois de cair em um tonel de 2,40 metros de altura, repleto de chocolate?

O que é o sonho de muito chocólatra por aí custou a vida de alguém. Mas, se você é um desses chocólatras por aí, provavelmente a primeira coisa que irá pensar ao ler isto será algo do tipo: “Que cara idiota! Se fosse eu, ia comer tudo!”.

Mas a explicação de por quê o idiota rapaz morreu, ao invés de se esbaldar, foi que o tonel em que ele caiu funcionava como um grande misturador de chocolate, onde uma pá gigante remexia o produto, em  estado líquido e muito quente.

Ao cair no potão, além de se queimar todo, a pá acertou o pobre homem na cabeça, matando-o. Então, da próxima vez que você pensar em se jogar em um pote gigante cheio de chocolate, certifique-se de que o produto não está quente e de que nenhuma pá gigante vai acertar você.

Fontes:

http://economia.uol.com.br/ultnot/bbc/2009/07/15/ult2283u1894.jhtm

http://noticias.uol.com.br/bbc/2009/07/09/ult36u46839.jhtm

Barrichello é botafoguense! julho 14, 2009

Posted by Daniel Aleixo in Reflexões.
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Rubens Barrichello veste a camisa do Botafogo

Há um bom tempo eu escrevi um post sobre Massa. Nele eu fiz uma brincadeira respeitosa linkando o corredor de fórmula 1 com o tradicional clube de futebol carioca, o Vasco da Gama.

Entrementes, é uma pena o clube cruz-maltino estar na segunda divisão. Não sou vascaíno, aliás nem torço pra nenhum time, mas para o futebol carioca é muito ruim ter rodízio de clubes na segundona. Isso só mostra o descaso dos dirigentes e a falta de estrutura dos clubes e, pelo jeito, as coisas ainda vão demorar a mudar. Depois reclamam que a imprensa só fala dos clubes paulistas. Mas isso é tema para outro post. Voltando…

Dessa vez, farei algo parecido com o post do Massa. Depois de muito observar as atitudes de Rubens Barrichello, o nosso Rubinho, cheguei à seguinte conclusão: Barrichello torce para o Botafogo!

Não há como negar. Vejamos os sinais:

1-> Ele é reclamão: Alguns pilotos são famosos por seus títulos, outros por sua vida pessoal, mas Rubinho é conhecido por reclamar o tempo todo. Até quando ganha! Palavras do ex-companheiro de Ferrari, Michael Schumacher, sete vezes campeão da fórmula 1: “Barrichello é assim: reclama quando perde e quando ganha”.

Michael Schumacher num lugar pouco freqüentado por Rubinho

2-> Acredita em teoria da conspiração: Quem não se lembra das intermináveis acusações de que a Ferrari favorecia Schumacher, dando ao alemão um carro superior, mais bem regulado. Toda corrida era a mesma coisa. Schumacher em primeiro e Rubinho sendo rebocado por problemas no câmbio, na direção, nos pneus, no capacete, na rebinboca da parafuseta. Só não viam problema no piloto…

3->Perde porque é roubado: Como todos bem sabem, a comissão julgadora em uma corrida de fórmula 1 interfere muito pouco, apenas em casos de deslealdade ou irresponsabilidade na pista. Mas, como bom botafoguense, Rubinho não perde a chance de fazer acusações. “Hoje me sinto roubado. Demos um verdadeiro show de como se perder uma corrida”. Esta declaração estava no Twitter do piloto, no dia da última corrida, domingo, 12/07/2009. Mas poderia estar em qualquer lugar a qualquer tempo. É um roubo descarado!

Rubinho demonstrando sua vocação botafoguense

4-> Chororô: “Foi uma boa sessão para o time, e parabéns ao Button. Entretanto, do meu lado da garagem, o carro estava saindo de frente e não fomos capazes de solucionar esse problema”. “É um saco passar por tudo isso e ver que você fez tudo certo e foi prejudicado”. “Se acontecer novamente, não vou mais seguir ordens do time”. E ninguém cala, esse chororô…

Chorar faz bem, mas em Rubinho ainda não teve resultado...

P.S.: Eu sei que não vai adiantar, mas não custa tentar. Caro leitor botafoguense: em nenhum momento o intuito deste post foi denegrir a imagem do tradicional clube alvi-negro. A motivação para este post foi a mesma do post “Massa é vascaíno!”: fazer uma brincadeira com o imaginário do torcedor, com o senso comum que vigora em nossa sociedade. É claro que o Botafogo é muito mais do que um time que reclama. É um time vitorioso. E a história está aí pra não deixar ninguém mentir.

P.S.2: Depois de tanto tempo, voltei a postar! Final de período já é uma loucura, mas quando você tem um monte de feriados que atrasam as provas de Legislação e Ética, tudo fica pior. Ainda mais quando você tem que estar em sala às 7h30min pra não ganhar uma falta, enquanto estão todos viajando, indo à praia ou exercitando a nobre arte de coçar em casa…