jump to navigation

Chocolate mata e cigarro engorda julho 26, 2009

Posted by Daniel Aleixo in Bizarrices.
Tags: , , , , , , , , , , , ,
1 comment so far

Se você, como eu, achava que os únicos malefícios do cigarro estavam em desenvolver uns nove tipos diferentes de câncer e deixar certas partes do corpo masculino inoperantes, lamento informar que está redondamente enganado. Claro, tudo isso realmente acontece com os fumantes, mais cedo ou mais tarde. A questão é que os problemas não param por aí.

Um rapaz dos Estados Unidos foi comprar um maço de cigarros ao se dar conta de que os seus tinham acabado inadvertidamente. Como sempre costuma fazer em situações assim, ele foi até a loja de conveniência de um posto de gasolina perto de sua casa, em New Hampshire.

Feita a transação, o cara voltou para sua residência, talvez um pouco preocupado com o seu saldo no banco. Ele fez a compra em cartão e, pelas suas contas, já devia estar com um saldo negativo de algumas centenas de dólares. Ao acessar o site do banco para conferir sua situação financeira, ele teve uma gigantesca surpresa: seu saldo negativo era de US$ 23.148.855.308.184.500 (cerca de 45 quatrilhões de reais).

Sim, não eram centenas, milhares ou milhões. Eram QUATRILHÕES! Sem saber o que fazer (e quem pode culpá-lo?), o ridiculamente endividado rapaz correu para o posto de gasolina para ouvir que eles nada poderiam fazer pelo seu problema. Desiludido e atordoado, resolveu ligar para o banco.

Depois de duas horas no telefone (viu como não são apenas os SAC’s brasileiros que ficam enrolando as pessoas?), tentando resolver o mal entendido, o Bank of America corrigiu o erro, inclusive deixando de cobrar a taxa de US$ 15 para uso de quantia acima do saldo da conta. Legais eles, não?

Só para constar, o valor da dívida temporária do cidadão é 2347 vezes maior do que a dívida do governo dos EStados Unidos, que estava em torno de US$ 9,860 trilhões em 2007. Se nem Obama consegue pagar isso, imagine um pobre mortal, como eu e você?

Portanto, leitor, além de câncer e impotência, o cigarro também pode engordar. Engordar sua dívida com o banco. Para quem fuma, fica o alerta.

Agora, se você não fuma (ou fuma, tanto faz) e tem o sonho de mergulhar em uma piscina de chocolate derretido, essa notícia que chegou ao meu conhecimento é para você.

Um trabalhador, também americano e de apenas 29 anos, morreu. Até aí nada excepcional, certo? E se eu falar que o cara morreu depois de cair em um tonel de 2,40 metros de altura, repleto de chocolate?

O que é o sonho de muito chocólatra por aí custou a vida de alguém. Mas, se você é um desses chocólatras por aí, provavelmente a primeira coisa que irá pensar ao ler isto será algo do tipo: “Que cara idiota! Se fosse eu, ia comer tudo!”.

Mas a explicação de por quê o idiota rapaz morreu, ao invés de se esbaldar, foi que o tonel em que ele caiu funcionava como um grande misturador de chocolate, onde uma pá gigante remexia o produto, em  estado líquido e muito quente.

Ao cair no potão, além de se queimar todo, a pá acertou o pobre homem na cabeça, matando-o. Então, da próxima vez que você pensar em se jogar em um pote gigante cheio de chocolate, certifique-se de que o produto não está quente e de que nenhuma pá gigante vai acertar você.

Fontes:

http://economia.uol.com.br/ultnot/bbc/2009/07/15/ult2283u1894.jhtm

http://noticias.uol.com.br/bbc/2009/07/09/ult36u46839.jhtm

Anúncios

Vitória nas pistas e na política novembro 11, 2008

Posted by Daniel Aleixo in Reflexões.
Tags: , , , ,
add a comment

Entraram para a história

 

A semana passada foi uma semana de acontecimentos inéditos. Tudo começou no domingo, com a conquista do campeonato mundial de Fórmula 1 por Lewis Hamilton. Um dia em que a história do esporte ganhou um capítulo importante.

Lewis é o primeiro piloto negro de F1. Com o título, se tornou o primeiro negro a vencer um campeonato da categoria, além de ser o mais jovem piloto a vencer a competição. São três fatos inéditos realizados por uma pessoa apenas. Sorria Hamilton, seu nome já está eternizado.

Outro personagem que fez história na semana que passou, só que dois dias depois, foi Barack Obama. Ele foi eleito presidente dos Estados Unidos, com uma participação recorde do eleitorado americano (como o voto não é obrigatório nos EUA, é um grande feito conseguir mobilizar as pessoas e levá-las às urnas). Obama se tornou, assim, o primeiro presidente negro que os EUA já tiveram.

Esta eleição, em um momento de crise econômica e incertezas, foi marcada também pela participação de imigrantes – legais, é claro – que enxergaram em Obama a esperança de um governo diferente.

Confesso que eu não gosto muito desse tipo de discurso que prega mudanças estruturais e rompimentos com a velha política. Esse discurso elegeu Lula e, sem querer julgar seu governo, que mudanças estruturais e rompimentos com a velha política ele trouxe? Nenhuma. O funcionalismo público está mais inchado do que nunca, escândalos de corrupção envolvendo os altos escalões do governo se sucedem e as velhas raposas da política brasileira continuam tomando conta do galinheiro. Nada mudou, a não ser o fato de termos eleito por duas vezes um presidente que só tem o ensino fundamental incompleto.

Por tudo isso, temo que Barack Obama seja conhecido no futuro apenas por ter sido o primeiro presidente americano negro. Temo que suas promessas de campanha, que mobilizaram tanta gente, não sejam cumpridas. Mas também temo que suas mudanças, caso existam, não sejam para melhor. É difícil imaginar algo pior do que o governo Bush, mas tudo é possível. Espero, sinceramente, que ele faça um bom governo e não decepcione seus eleitores.

Política à parte, eu achei que Obama não iria nem passar das prévias do partido. Por quê? Pelo nome, é claro. Primeiro que, na minha cabeça, os americanos jamais votariam em alguém cujo nome é assustadoramente parecido com o de Osama Bin Laden. Para minha surpresa, aquilo que eu achei que seria o maior anti-marketing do mundo, não afetou os rumos da campanha do senador democrata. Pelo contrário, parece que ninguém percebeu essa semelhança.

Confesso que achei muito engraçado ver um monte de americanos gritando e ovacionando o nome de Obama. Mas o espanto pela vitória só aumentou quando eu descobri, depois da eleição, o nome do meio de Barack Obama: Hussein. Isso mesmo, Barack Hussein Obama. O novo presidente americano carrega o nome daquele que foi um dos maiores inimigos do seu país. Quando eu li essa informação, eu caí na gargalhada! Simplesmente não consigo acreditar como esse nome não atrapalhou Barack. E pior, que ninguém percebeu isso.